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    Padrão Região Centro-Oeste

    Região Centro-Oeste
    Ocupa 18,86% do território brasileiro, numa área de 1.612.077,2 km2 e é formada pelos estados de






    Localizada no extenso planalto Central, seu relevo caracteriza-se pela predominância de terrenos antigos e aplainados pela erosão, que deram origem a chapadões. Na parte oeste do estado de Mato Grosso do Sul e sudoeste do estado de Mato Grosso encontra-se a depressão do pantanal Mato-Grossense, cortada pelo rio Paraguai e sujeita a cheias durante parte do ano. A vegetação do Pantanal é extremamente variada e sua fauna de uma riqueza muito grande. Já na região de planalto predomina a vegetação de cerrado. O clima da região é tropical semi-úmido, com freqüentes chuvas de verão.
    A população da região Centro-Oeste totaliza 10.501.480 habitantes, com densidade demográfica de 6,5 habitantes por km2. Representa 6,5% da população total do país e se concentra, em sua maioria, na zona urbana: 81,3%.
    A economia da região Centro-Oeste baseou-se inicialmente na exploração de garimpos de ouro e diamantes e foi, gradativamente, sendo substituída pela pecuária. A transferência da capital federal do Rio de Janeiro para Brasília, em 1960, e a construção de ferrovias que facilitaram o acesso em direção ao oeste aceleraram o povoamento da região, contribuindo para o seu desenvolvimento. Encontram-se nesta região as maiores reservas de manganês do país, localizadas no maciço de Urucum, no Pantanal. Devido ao difícil acesso ao local, tais reservas ainda são pouco exploradas. O turismo como atividade econômica vem se desenvolvendo rapidamente na região, atraindo visitantes de várias partes do mundo, que procuram desfrutar da riqueza da flora e da fauna do Pantanal, bem como da paisagem das chapadas encontradas nos estados de Goiás e Mato Grosso.
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    Padrão Distrito federal

    DISTRITO FEDERAL

    LOCALIZAÇÃO: o Distrito Federal fica na região Centro-Oeste do Brasil
    DIVISAS: Norte/Sul/Leste/Oeste = Goiás
    ÁREA (km²): 5.822,1
    RELEVO: planalto de topografias suaves
    RIOS PRINCIPAIS: Paranoá, Preto, Santo Antônio do Descoberto, São Bartolomeu
    VEGETAÇÃO: cerrado
    CLIMA: tropical
    MUNICÍPIOS (número): 1 (1996)
    CIDADES MAIS POPULOSAS: Ceilândia, Taguatinga, Gama, Samambaia
    HORA LOCAL (em relação a Brasília): a mesma
    HABITANTE: brasiliense
    POPULAÇÃO: 2.051.146 (2000)
    DENSIDADE: 352,30 habitantes p/km2
    ANALFABETISMO: 5,2% (2000)
    MORTALIDADE INFANTIL: 27,6
    CAPITAL: Brasília, fundada em: 21/4/1960
    Em 1987 foi declarada patrimônio histórico da humanidade pela Unesco.
    HABITANTE DA CAPITAL: brasiliense

    "Brasília correspondeu, essencialmente, a um projeto que tinha como objetivo garantir a ocupação territorial do centro do Brasil, segundo uma estratégia que se preocupava com o desenvolvimento e urbanização do Centro-Oeste e do Norte amazônico como meio de consolidar a soberania nacional sobre aquelas regiões. Essa solução, além disso, tinha o mérito de afastar a capital da agitação do Rio de Janeiro, das favelas e de quaisquer concentrações urbano-industriais, conferindo tranquilidade e meios de rápida defesa ao núcleo central do poder. Nessa concepção (idéia), a capital assume a característica de uma "fortaleza" irradiadora de poder e centro de integração territorial." (Fonte: José Arbex Jr. E Maria Helena Valente Senise. Cinco séculos do Brasil. São Paulo, Moderna, 1998, p.154)

    A economia da cidade se baseia no comércio, serviços, administração pública, agricultura e indústria.

    Quando Salvador ainda era a capital do Brasil (1578-1763) já se falava das vantagens de se mudar a capital para o interior. Em 1891, a primeira Constituição republicana reservou a área para a futura demarcação, mas somente em 1956, com a eleição de Juscelino Kubitschek, teve início a construção de Brasília. Oscar Niemeyer foi designado diretor de arquitetura e urbanismo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), que abriu concurso para a escolha do plano-piloto, vencido por Lúcio Costa.

    "Uma grande civilização nascerá entre os paralelos 15 e 20º" profetizou Dom Bosco.
    Em 1716, o Marquês de Pombal sugeriu pela primeira vez a necessidade de interiorizar a Capital do País. Em 1821, José Bonifácio de Andrada e Silva, retorna ao assunto da interiorização da Capital, sugerindo inclusive o nome "Brasília". Na 1ª Constituição da República, 1891, foi estabelecida legalmente a região onde deveria ser instalada a futura Capital.
    Em 7 de setembro de 1922, ano do Centenário da Independência do Brasil, foi lançada no morro da Capelinha, em Planaltina, a Pedra Fundamental do Distrito Federal.
    Em 21 de abril de 1960, após 1.000 dias de construção, o Presidente Juscelino Kubitschek inaugura a nova Capital do País e instala o Distrito Federal.
    O Distrito Federal compreende o Plano Piloto de Brasília e Regiões Administrativas como Planaltina - Brazlândia - Núcleo Bandeirante - Taguatinga - Gama - Sobradinho - Guará - Ceilândia - Vila Paranoá - Vila Planalto e Cruzeiro.
    A primeira eleição direta para Governador ocorreu no pleito de l990.

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    Padrão Goiás

    GOIÁS



    LOCALIZAÇÃO: Goiás, estado brasileiro, fica no leste da região Centro-Oeste
    O nome do estado origina-se da denominação da tribo indígena guaiás, que por corruptela se tornou Goiás. Vem do termo tupi gwa ya que quer dizer indivíduo igual, gente semelhante, da mesma raça.
    DIVISAS: Norte = Tocantins; Sudeste = Minas Gerais e Mato Grosso do Sul; Leste = Bahia e Minas Gerais; Oeste = Mato Grosso; Sudoeste = Mato Grosso do Sul
    ÁREA (km²): 341.289,5
    RELEVO: planalto, chapadas e serras na maior parte, depressão ao norte
    Goiás integra o planalto Central, sendo constituído por terras planas cuja altitude varia entre 200 e 800 metros
    RIOS PRINCIPAIS: Paranaíba, Aporé, Araguaia, São Marcos, Corumbá, Claro, Paranã, Maranhão
    VEGETAÇÃO: cerrado com faixas de floresta tropical
    Salvo pequena área onde domina a floresta tropical, conhecida como Mato Grosso de Goiás, a maior parte do território do estado de Goiás apresenta o tipo de vegetação escassa do cerrado, com árvores e arbustos de galhos tortuosos, cascas grossas, folhas cobertas por pêlos e raízes muito profundas
    CLIMA: tropical
    MUNICÍPIOS (número): 242 (1996)
    CIDADES MAIS POPULOSAS: Goiânia, Anápolis, Luziânia, Aparecida de Goiânia
    HORA LOCAL (em relação a Brasília): a mesma
    HABITANTE: goiano
    POPULAÇÃO: 5.003.228 (2000)
    DENSIDADE: 14,65 habitantes p/ km2
    ANALFABETISMO: 10,08% (2000)
    MORTALIDADE INFANTIL: 25,8 por mil
    CAPITAL: Goiânia, fundada em: 24/10/1933
    HABITANTE DA CAPITAL: goianiense

    A composição da economia do estado de Goiás baseia-se na produção agrícola e na pecuária, no comércio e nas indústrias de mineração, alimentícia, de confecção, mobiliário, metalúrgica e madeireira. Na agricultura destaca-se a produção de arroz, café, algodão herbáceo, feijão, milho, soja, sorgo, trigo, cana-de-açúcar e tomate. A criação pecuária inclui 18,6 milhões de bovinos, 1,9 milhão de suínos, 49,5 mil bubalinos, além de eqüinos, asininos, ovinos e aves. O estado de Goiás produz também água mineral, amianto, calcário, fosfato, níquel, ouro, esmeralda, cianita, manganês, nióbio e vermiculita.

    A história de Goiás tem como ponto de partida o final do século XVII, com a descoberta das suas primeiras minas de ouro, e início do século XVIII. Esta época, iniciada com a chegada dos bandeirantes, vindos de São Paulo em 1727, foi marcada pela colonização de algumas regiões.
    O Contato com os índios nativos e o negros foi fator decisivo na formação da cultura do Estado, deixando como legado principal cidades históricas como Corumbá, Pirenópolis e Goiás, antiga Vila Boa e posteriormente capital de Goiás. O início dos povoados coincide com o Ciclo de Ouro, minério amplamente explorado nessa época. Eles prosperaram e hoje são cidades que apresentam, por meio de seu patrimônio, a história de Goiás.
    As Bandeiras
    Goiás era conhecido e percorrido pelas bandeiras já no primeiro século da colonização do Brasil. Mas seu povoamento só ocorreu em virtude do descobrimento das minas de ouro (século XIII). Esta povoação, como todo povoamento aurífero, foi irregular e instável.

    As primeiras bandeiras eram de caráter oficial e destinadas a explorar o interior em busca de riquezas minerais, e outras empresas comerciais de particulares organizadas para captura de índios. Costumava-se dizer que o Bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera, foi o descobridor de Goiás.
    Mas isso não significa que ele foi o primeiro a chegar no estado, e sim, o primeiro a ter intenção de se fixar aqui. A bandeira saiu de São Paulo em 3 de julho de 1722. O caminho já não era tão difícil como nos primeiros tempos.
    No dia 25 de outubro de 1425, após três anos, os bandeirantes voltaram triunfantes a São Paulo, divulgando que haviam descoberto cinco córregos auríferos, minas tão ricas como as de Cuiabá, com ótimo clima e fácil comunicação.
    Povoamento de Goiás
    Poucos meses após a volta da Bandeira, organizou-se em São Paulo uma nova expedição para explorar os veios auríferos. Bartolomeu, agora superintendente das minas, e João Leite da Silva Ortiz, como guarda-mor.
    A primeira região ocupada foi a do Rio Vermelho. Fundou-se lá o arraial de Sant'ana, que depois seria chamado de Vila Boa, e mais tarde de Cidade de Goiás. Esta foi durante 200 anos a capital do território.
    Nas proximidades de Sant'ana, surgiram numerosos arraiais às margens dos córregos e rios, como centros de garimpo: Barras, Ferreiro, Anta, Ouro Fino, Santa Rita, etc. Ao divulgar-se a riqueza das minas recém - descobertas, surgiram gente de toda parte do país.
    Época do Ouro em Goiás
    A época de Ouro em Goiás foi intensa e breve. Após 50 anos, verificou-se a decadência rápida e completa da mineração. Por outro lado, só se explorou o ouro de aluvião, isto é, das margens dos rios, e a técnica empregada era rudimentar.
    A sociedade Goiana da Época de Ouro
    Goiás pertenceu até 1749 à capitania de São Paulo. A partir desta data, tornou-se capitania independente. No aspecto social a distinção fundamental foi entre livres e escravos, sendo estes em menor número do que aqueles no início da colonização das minas. A população, contudo, continuou composta por negros e mulatos na sua maioria.
    Transição da Sociedade Mineradora para Sociedade Pastoril
    Ao se evidenciar a decadência do ouro, várias medidas administrativas foram tomadas por parte de governo, sem alcançar no entanto resultado satisfatório.
    A economia do ouro, sinônimo de lucro fácil, não encontrou, de imediato, um produto que a substituísse em nível de vantagem econômica.
    A decadência do ouro afetou a sociedade goiana, sobretudo na forma de ruralização e regresso a uma economia de subsistência.
    A independência de Goiás
    Assim como no Brasil, o processo de independência de Goiás se deu gradativamente. A formação de juntas administrativas, que representam um dos primeiro passos nesse sentido, deram oportunidade às disputas pelo poder entre os grupos locais.
    Especialmente sensível em Goiás, reação do Norte que, se julgando injustiçado pela falta de assistência governamental, proclamou sua separação do Sul.
    Goiás e a Mudança de Capital
    A partir de 1940, Goiás cresce rapidamente: a construção de Goiânia, o desbravamento do Mato Grosso goiano, a campanha nacional de "marcha para o oeste", que culmina na década de 50 com a construção de Brasília, imprimem um ritmo acelerado ao progresso de Goiás.
    A população se multiplicava; as vias de comunicação promovem a integração de todo país e dentro do mesmo Estado; assiste-se a uma impressionante explosão urbana, com o desenvolvimento concomitante de todos os tipos de serviços (a educação especialmente).
    Na década de 80, o estado apresenta um processo dinâmico de desenvolvimento. grande exportador de produção agropecuária, Goiás vem se destacando pelo rápido processo de industrialização. Hoje, ele está totalmente inserido no processo de globalização da economia mundial, aprofundando e diversificando, a cada dia, suas relações comerciais com os grandes centros comerciais.
    Fonte: História de Goiás. Luís Palacin. Maria Augusta de Sant'ana Moraes. 5ª edição. Editora UFG/1989.

    Em 1748 foi criada a capitania de Goiás, desmembrada da de São Paulo, que, em 1824, tornou-se província. Ao mesmo tempo em que as minas começavam a se esgotar, a lavoura e a pecuária se transformaram nas principais atividades econômicas, a partir de 1860.
    A colonização de Goiás deveu-se também à migração de pecuaristas que partiram de São Paulo no século XVI, em busca de melhores terras para o gado. Dessa origem ainda hoje deriva a vocação do estado para a produção pecuária.
    A abertura de estradas e a navegação, no século 19, facilitaram o escoamento dos produtos, enquanto a construção das novas capitais -- Goiânia (1935) e Brasília (1956) -- favoreceu a economia.
    Em 1988, o norte de Goiás foi desmembrado, formando o Estado de Tocantins.
    Existem atualmente quatro áreas indígenas no estado de Goiás, três das quais já se encontram demarcadas pela Fundação Nacional do Índio - FUNAI, órgão do governo federal responsável pela questão indígena no país. A população indígena do estado não ultrapassa 120 habitantes e ocupa área de 39.781 hectares, abrangendo os municípios de Aruanã, Cavalcante, Minaçu, Colinas do Sul, Nova América e Rubiataba.

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    Padrão Mato Grosso

    MATO GROSSO



    LOCALIZAÇÃO: o Mato Grosso, estado brasileiro, fica no oeste da região Centro-Oeste
    DIVISAS: Norte = Amazonas e Pará; Sul = Mato Grosso do Sul; Oeste = Rondônia e Bolívia; Leste = Tocantins e Goiás
    ÁREA (km²): 906.806,9
    RELEVO: planalto e chapadas no centro, planície com pântanos a oeste e depressões e planaltos residuais a Norte
    RIOS PRINCIPAIS: Juruena, Teles Pires, Xingu, Araguaia, Paraguai, Piqueri, Cuiabá, São Lourenço das Mortes
    VEGETAÇÃO: cerrado na metade leste, floresta amazônica a NO, pantanal a O
    CLIMA: tropical
    MUNICÍPIOS (número): 126 (1997)
    CIDADES MAIS POPULOSAS: Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Cáceres e Barra do Garça
    HORA LOCAL (em relação a Brasília): -1h
    HABITANTE: matogrossense
    POPULAÇÃO: 2.504.253 (2000)
    DENSIDADE: 2,76 habitantes p/km2
    ANALFABETISMO: 11,11% (2000)
    MORTALIDADE INFANTIL: 28,5
    CAPITAL: Cuiabá, fundada em: 8/4/1719
    HABITANTE DA CAPITAL: cuiabano ou papa-peixe

    Sua economia se baseia na indústria extrativista (madeira, borracha); na agricultura (cana-de-açúcar, soja, arroz, milho); na pecuária e criações; na mineração (calcário e ouro); e na indústria (metalúrgica e alimentícia).
    Pelo Tratado de Tordesilhas (7 de junho de 1494), a área pertencia à Espanha. Os jesuítas, a serviço dos espanhóis, criaram os primeiros núcleos, de onde foram expulsos pelos bandeirantes paulistas em 1680. Em 1718, a descoberta do ouro acelerou o povoamento. Em 1748, para garantir a nova fronteira, Portugal criou a capitania de Mato Grosso e lá construiu um eficiente sistema de defesa.
    Com os Tratados de Madri (1750) e Santo Ildefonso (1777), Espanha e Portugal estabeleceram as novas fronteiras. A produção de ouro começou a cair no início do século 19. Em 1901, ocorreu um movimento separatista temporariamente controlado.
    Em 1917, a situação se agravou, provocando intervenção federal. Com a chegada dos seringueiros, pecuaristas e exploradores de erva-mate na primeira metade do século 19, o Estado retomou o desenvolvimento.
    Em 1977, uma parte do Estado foi desmembrada e transformada no Mato Grosso do Sul.

    HISTÓRIA DO ESTADO DE MATO GROSSO
    O descobrimento, por bandeirantes paulistas, das "Minas de Cuyabá", iniciou-se o período colonizador. O interesse por esta imensa região deveu-se principalmente ao ouro. Os reinos na América do Sul eram divididos por uma linha que cortava a Ilha de Marajó, os rios Tocantins e Araguaia, a extremidade ocidental do Distrito Federal, o Triângulo Mineiro, os arredores da cidade paulista de Bauru, a região entre Curitiba e Paranaguá, no Paraná e a catarinense cidade de Laguna. Mato Grosso era território espanhol.
    No tempo da assinatura do Tratado de Tordesilhas, que dividia o mundo em duas partes, portuguesa e espanhola, as terras mato-grossenses eram ocupadas por nações indígenas, vivendo um mundo bem à parte, com magníficas florestas, rios, vales, cachoeiras e alimento abundante. O Tratado de Tordesilhas, mudou o cenário mundial, sua assinatura entre os reinos de Castela (Espanha) e Portugal, ocorreu por consequência do Estado de guerra em que viviam potências ibéricas, na Segunda metade do século XV.
    O primeiro Tratado entre as potências, foi assinado em 1480, em Toledo (Espanha), sob intermediação do Papa. O acordo dividiu o mundo entre duas potências e foi feito em sentido dos paralelos: ao norte das Ilhas Canárias, incluídas, ficava a área de Castela, ao sul ficava o domínio de Portugal. Criou-se então, um hemisfério espanhol, e ao sul um hemisfério português.
    Portugal, através de Bartolomeu Dias, descobriu o Oceano índico, em 1488, através do Cabo da Boa Esperança. Em março de 1493, quando retornava de sua viagem à recém descoberta América, Colombo desembarca em Lisboa e dá a notícia do descobrimento do Novo Mundo, que consideravam a Índia.
    O rei de Portugal, João II, por julgar que o Tratado de Toledo fora rompido, pois haviam informações de que as novas terras estavam ao sul das Ilhas Canárias, prepara suas tropas e ameaça invadir a Espanha.O Papa Espanhol Alexandre (1492-1505) propôs um acordo, sendo que desta feita, o mundo seria dividido em dois hemisférios.
    O Papa publicou a bula Inter Coetera, a 03 de maio de 1493, recusada por Portugal. O novo acordo, assinado sem a presença do Papa, na cidade de Tordesilhas, a 07 de junho de 1494, é definitivo. Portugal impõe 370 léguas a oeste de Cabo verde (1.184 milhas), garantindo o monopólio lusitano sobre as duas margens do Atlântico.

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    Padrão Mato Grosso do Sul

    MATO GROSSO DO SUL




    LOCALIZAÇÃO: o Mato Grosso do Sul, estado brasileiro, fica no sul da região Centro-Oeste
    DIVISAS: Norte = Mato Grosso; Sul e Sudoeste = Paraguai; Nordeste = Goiás e Minas Gerais; Leste = São Paulo; Sudeste = Paraná; Oeste = Bolívia
    ÁREA (km²): 358.158,7
    RELEVO: pantanal, planaltos com escarpas, depressões
    O Pantanal cobre o extremo oeste do Estado; as planícies, o noroeste; e os planaltos com as escarpas das serras do Bodoquena, o leste
    RIOS PRINCIPAIS: Paraguai, Paraná, Paranaíba, Miranda, Aquidauana, Taquari, Negro, Apa, Correntes
    A totalidade dos rios do estado de Mato Grosso do Sul pertence à bacia hidrográfica do Paraná, que ocupa área de 358.158,7 km2
    VEGETAÇÃO: cerrado a Leste, Pantanal a Oeste, floresta tropical a Sul
    Tipo de vegetação característico da região Centro-Oeste do Brasil, apresenta árvores e arbustos de galhos tortuosos, cascas grossas, folhas cobertas por pêlos e raízes muito profundas.
    Os campos são regiões cobertas por gramíneas, características do extremo sul do Brasil, mas também encontradas no Complexo do Pantanal.
    CLIMA: tropical
    MUNICÍPIOS (número): 77 (1996)
    CIDADES MAIS POPULOSAS: Campo Grande, Dourados, Corumbá, Três Lagoas
    HORA LOCAL (em relação a Brasília): -1h
    HABITANTE: sul-mato-grossense
    POPULAÇÃO: 2.078.001 (2000)
    DENSIDADE: 5,80 habitantes p/km2
    ANALFABETISMO: 10,01% (2000)
    MORTALIDADE INFANTIL: 29,6 óbitos antes de completar um ano de idade, para cada mil crianças nascidas vivas
    CAPITAL: Campo Grande, fundada em: 26/8/1899
    HABITANTE DA CAPITAL: campo-grandense

    As principais atividades econômicas desenvolvidas no estado de Mato Grosso do Sul estão relacionadas à agricultura e à agroindústria, à extração mineral e à produção de cimento. Os principais produtos agrícolas cultivados no estado incluem algodão herbáceo, arroz, cana-de-açúcar, feijão, mandioca, milho, soja e trigo. O rebanho bovino totaliza 19,6 milhões de cabeças, encontrando-se também grande número de suínos, eqüinos, ovinos e galináceos. Em 1992, a atividade mineradora produziu um total de 833,8 mil toneladas de ferro; 447,6 mil toneladas de manganês; e 1,1 milhão de toneladas de calcário. No setor industrial, além da mineração e da produção de cimento, a indústria alimentícia também merece destaque.

    As idéias separatistas do Mato Grosso do Sul tiveram início no começo do século, com uma revolta chefiada pelo coronel Mascarenhas, que resultou na derrota dos rebeldes. O norte sempre resistiu, por temer o esvaziamento econômico do Estado.
    Durante a Revolução Constitucionalista de 1932, a região sul aderiu ao movimento, sob a condição de que em caso de vitória obteria a divisão. Em 1o de outubro de 1977, o Mato Grosso do Sul foi finalmente desmembrado, transformando-se em Estado em 1o de janeiro de 1979, com a posse do primeiro governador e da Assembléia Constituinte.
    O estado de Mato Grosso do Sul formava um só estado juntamente com o estado de Mato Grosso. Desde o início deste século, no entanto, a região sul de Mato Grosso aspirava tornar-se um estado independente, idéia rejeitada pela região norte, que temia o esvaziamento econômico do estado. Em 11 de outubro de 1977, foi aprovada lei que desmembrou a parte sul do estado de Mato Grosso, transformando-a em estado em 1º de janeiro de 1979. A justificativa apresentada pelo governo federal para o desmembramento foi de que o antigo estado de Mato Grosso ocupava área geográfica muito extensa e era naturalmente dividido por marcante diversidade ecológica, o que dificultava a sua administração. Enquanto a região norte, na entrada da Amazônia, é coberta por florestas, a região sul é formada por campos, nela se encontrando a maior parte do Complexo do Pantanal. O novo estado, criado em 1979, foi governado por um interventor nomeado pelo presidente da República até o ano de 1982, quando teve lugar a primeira eleição realizada para governador do estado.
    Para justificar o desmembramento, o governo federal argumentou que o antigo Estado dispunha de área muito extensa, que dificultava a administração, além de apresentar claras diferenças ecológicas.
    O estado possui 53.819 km de rodovias, 8,9 % dos quais encontram-se pavimentados, por onde transita a maior parte de veículos de transporte de cargas e de passageiros da região. A rede ferroviária tem 1.208 km de extensão e é mais utilizada para o transporte de cargas do que de passageiros.
    A inexistência de número suficiente de usinas hidrelétricas faz com que o estado de Mato Grosso do Sul importe grande parte da energia consumida em seu território. De julho de 1993 a junho de 1994, o estado consumiu 2 bilhões de kwh de energia elétrica, tendo produzido um total de 198 milhões de kwh no mesmo período.
    É expressiva a população indígena do estado de Mato Grosso do Sul, superando em número o total de índios vivendo na parte norte da região, que antes constituía uma só unidade da federação e hoje é o estado de Mato Grosso. São 31.069 indígenas, que ocupam área total de 613.610 hectares, divididos em 38 grupos espalhados em 27 municípios diferentes do estado. Do total dessas comunidades, 26 já se encontram em áreas definitivamente demarcadas pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI), órgão do governo federal responsável pelas questões indígenas. Essa área total de terras demarcadas no estado de Mato Grosso do Sul corresponde a 583.031 hectares e nela vivem 28.901 indígenas. As 12 áreas restantes, que correspondem a um total de 30.579 hectares, ainda se encontram em processo de demarcação, embora estejam ocupadas de fato pela população de 2.168 índios nelas residentes.
    As áreas indígenas no estado de Mato Grosso do Sul são as seguintes: Água Limpa, Aldeia Buritizinho, Aldeia Campestre, Aldeinha, Amambaí, Amambaí (Aldeia Limão Verde), Camba, Carro Marangatu, Cerrito, Guaicuru, Guaimbé, Guasuti, Guató, Jaguapiré, Jaguari, Jarará, Kadiweu, Ofayé-Xavante, Panambi, Panambizinho, Pirajuí, Pirakuá, Porto Lindo, Posto Buriti, Posto Caarapó, Posto Cachoeirinha, Posto de Taquaperi, Posto Dourados, Posto Lalima, Posto Limão Verde, Posto Nioaque, Posto Pilad Rebuá, Posto Sassoró, Posto Taunay-Ipegue, Rancho Jacaré, Sete Cerros, Sucuri e Takwaraty/Yvykwarusu.

    Pantanal
    - Maior planície alagável do planeta, o Pantanal tem o tamanho de Portugal, Suíça, Bélgica e Holanda somados. Resultante do mesmo espasmo geológico que produziu a Cordilheira dos Andes, é uma bacia na qual os sedimentos que descem dos planaltos e montanhas vêm se depositando por milhões de anos. Por essa razão, o Pantanal nunca é o mesmo. Cada novo ciclo de enchentes e vazantes altera drasticamente o leito dos rios, cria novas lagoas, abre córregos e baías. A própria vida na região pulsa ao ritmo das cheias e vazantes. Ali, há curiosos exemplos de adaptação das espécies ao ambiente. O cervo-do-pantanal, um parente do veado-campeiro do cerrado, está tão habituado a pastar dentro d'água durante a cheia que desenvolveu uma coloração escura nas pernas. A cor serve-lhe de camuflagem em meio à vegetação submersa para evitar o ataque furtivo de piranhas e jacarés. Durante a seca, em situações extremas, o jacaré se enterra na lama que sobrou das lagoas e banhados, reduz o metabolismo e, num tipo de hibernação, espera que volte a chover. Alguns tipos de sementes de leguminosas conseguem passar meses submersas, sem apodrecer. Esperando a chegada da seca para, só então, germinar. (Fonte: Revista Veja. São Paulo, 2 junho de 1999, p. 90)

    O Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense se estende por uma área de 140 mil hectares que abrange os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A maior parte dessa extensão de terra encontra-se no estado de Mato Grosso do Sul e é objeto de intensa fiscalização por parte do governo federal, a fim de que seja preservado seu equilíbrio ecológico, e sua fauna esteja protegida contra a caça predatória.
    A região é muito visitada por turistas de todas as partes do mundo, por apresentar grande diversidade de fauna e flora tropical, com espécies típicas de florestas, cerrado, campos e caatinga. Nela se encontra também grande variedade de animais selvagens (felinos, jacarés, cobras gigantes, capivaras, etc.) e muitas espécies de pássaros. No período das chuvas, a área fica quase totalmente inundada, fazendo crescer as gramíneas, que são utilizadas como pastagens no período seco

    "Mesmo que voes, um dia perderá as asas. Isso mostra o quanto és frágil. Mas, enquanto voas, pode ir aonde queres. Isso mostra o quanto és livre."

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