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    Padrão Lingua portuguesa

    LINGUA PORTUGUESA





    A língua portuguesa, com mais de 260 milhões de falantes, é, como língua nativa, a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental, e tem origem em Portugal, daí o nome "português" dado ao idioma. Além de Portugal, ele é oficial em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e, desde 13 de julho de 2007, na Guiné Equatorial, sendo também falado nos antigos territórios da Índia Portuguesa (Goa, Damão, Ilha de Angediva, Simbor, Gogolá, Diu e Dadrá e Nagar-Aveli). Possui estatuto oficial na União Europeia, no Mercosul, na União Africana, na Organização dos Estados Americanos, na União Latina, na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e na Associação dos Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa (ACOLOP).

    A língua portuguesa é uma língua românica, tal como o castelhano, o catalão, o italiano, o francês e o romeno. Mais especificamente, o português pertence ao grupo ibero-românico.

    Assim como os outros idiomas, o português sofreu uma evolução histórica, sendo influenciado por vários idiomas e dialetos, até chegar ao estágio conhecido atualmente. Deve-se considerar, porém, que o português de hoje compreende vários dialetos e subdialetos, falares e subfalares, muitas vezes bastante distintos, além de dois padrões reconhecidos internacionalmente (português brasileiro e português europeu). No momento actual, o português é a única língua do mundo ocidental falada por mais de cem milhões de pessoas com duas ortografias oficiais (note-se que línguas como o inglês têm diferenças de ortografia pontuais mas não ortografias oficiais divergentes), situação a que o Acordo Ortográfico de 1990 pretende pôr cobro.

    Segundo um levantamento feito pela Academia Brasileira de Letras, a língua portuguesa tem, atualmente, cerca de 356 mil unidades lexicais. Essas unidades estão dicionarizadas no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.

    O português é conhecido como "A língua de Camões" (em homenagem a Luís Vaz de Camões, escritor português, autor de Os Lusíadas) e "A última flor do Lácio" (expressão usada no soneto Língua Portuguesa, do escritor brasileiro Olavo Bilac). Miguel de Cervantes, o célebre autor espanhol, considerava o idioma "doce e agradável".

    Nos séculos XV e XVI, à medida que Portugal criava o primeiro império colonial e comercial europeu, a língua portuguesa se espalhou pelo mundo, estendendo-se desde as costas Africanas até Macau, na China, ao Japão e ao Brasil, nas Américas. Como resultado dessa expansão, o português é agora língua oficial de oito países independentes além de Portugal, e é largamente falado ou estudado como segunda língua noutros. Há, ainda, cerca de vinte línguas crioulas de base portuguesa. É uma importante língua minoritária em Andorra, Luxemburgo, Paraguai, Namíbia, Maurícia, Suíça e África do Sul. Encontram-se, também, numerosas comunidades de emigrantes, em várias cidades em todo o mundo, onde se fala o português como Paris na França; Hamilton nas Ilhas Bermudas que faz parte dos territórios britânicos ultramarinos localizada no Oceano Atlântico; Toronto, Hamilton, Montreal e Gatineau no Canadá; Boston, Nova Jérsei e Miami nos EUA e Nagoia e Hamamatsu no Japão.


    O que é a língua portuguesa?

    O PORTUGUÊS é a língua que os portugueses, os brasileiros, muitos africanos e alguns asiáticos aprendem no berço, reconhecem como património nacional e utilizam como instrumento de comunicação, quer dentro da sua comunidade, quer no relacionamento com as outras comunidades lusofalantes.
    Esta língua não dispõe de um território contínuo (mas de vastos territórios separados, em vários continentes) e não é privativa de uma comunidade (mas é sentida como sua, por igual, em comunidades distanciadas). Por isso, apresenta grande diversidade interna, consoante as regiões e os grupos que a usam. Mas, também por isso, é uma das principais línguas internacionais do mundo.
    É possível ter percepções diferentes quanto à unidade ou diversidade internas do português, conforme a perpectiva do observador.
    Quem se concentrar na língua dos escritores e da escola, colherá uma sensação de unidade.
    Quem comparar a língua falada de duas regiões (dialectos) ou grupos sociais (sociolectos) não escapará a uma sensação de diversidade, até mesmo de divisão.


    Unidade

    Uma língua de cultura como a nossa, portadora de longa história, que serve de matéria prima e é produto de diversas literaturas, instrumento de afirmação mundial de diversas sociedades, não se esgota na descrição do seu sistema linguístico: uma língua como esta vive na história, na sociedade e no mundo.
    Tem uma existência que é motivada e condicionada pelos grandes movimentos humanos e, imediatamente, pela existência dos grupos que a falam.
    Significa isto que o português falado em Portugal, no Brasil e em África pode continuar a ser sentido como uma única língua enquanto os povos dos vários países lusofalantes sentirem necessidade de laços que os unam. A língua é, porventura, o mais poderoso desses laços.
    Diz, a este respeito, o linguista português Eduardo Paiva Raposo:

    A realidade da noção de língua portuguesa, aquilo que lhe dá uma dimensão qualitativa para além de um mero estatuto de repositório de variantes, pertence, mais do que ao domínio linguístico, ao domínio da história, da cultura e, em última instância, da política. Na medida em que a percepção destas realidades for variando com o decorrer dos tempos e das gerações, será certamente de esperar, concomitantemente, que a extensão da noção de língua portuguesa varie também.


    Diversidade

    A diversidade linguística que o português apresenta através do seu enorme espaço pluricontinental é, inevitavelmente, muito grande e certamente vai aumentar com o tempo.
    Os linguistas acham-se divididos a esse respeito: alguns acham que, já neste momento, o português de Portugal (PE) e o português do Brasil (PB) são línguas diferentes; outros acham que constituem variedades bastante distanciadas dentro de uma mesma língua.
    Última edição por mercenário; 2nd September 2009 às 16:54

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    Estrutura do Vocábulo >

    Desinências

    Conforme EV. BECHARA (in Moderna Gramática Portuguesa pág. 207), desinências são "elementos mórficos de significação interna incategóricos, posto que intimamente relacionados com as categorias gramaticais (flexões).

    Elemento morfológico que, ligado ao radical dos nomes, indica o "gênero", sendo masculino ou feminino e ao "número", designando singular ou plural; e ao radical dos verbos, indicando singular ou plural e a pessoa, sendo a 1ª, 2ª ou 3ª.

    Exemplo:

    Gata, terras;

    Amo, amamos, amado,

    (CF. afixo e vogal temática)

    Podemos dizer que desinência é o elemento mórfico que indica as flexões de gênero, número e pessoa de uma palavra, sendo nominal e verbal.

    DESINÊNCIAS NOMINAIS

    Menino Menina

    Gênero gato --- gata

    Pato --- pata

    Gato --- gatos

    Gata --- gatas

    Número pato --- patos

    Pata --- patas

    As desinências nominais indicam o gênero e o número dos substantivos, adjetivos, numerais e pronomes.

    Exemplo:

    a (magra) e - s (magras) respectivamente.

    A palavra magro possui desinência "zero" de gênero e número, o mesmo acontecendo com "gordo".

    Nota - Não existindo desinência especial para indicar o "gênero" ou "Número", é dito que ela é zero. = ( nulo)

    Atenção:

    O singular e o masculino são reconhecidos pelo contraste entre o plural e o feminino, respectivamente.

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    Desinências Verbais

    Amavas - s

    Número - pessoal

    Amássemos - mos

    Amavas - va

    Modo - temporal

    Amássemos - sse

    As desinências verbais indicam a "pessoa" e o "número" dos verbos.

    Exemplo:

    FalO, falaS, falaMOS, falaIS, falaM

    Atenção:

    A terceira (3") pessoa do singular FALA possui desinência zero.

    OBSERVAÇÃO:

    Os afixos e as desinências são denominados de MORFEMAS.

    Radical mais vogal temática é igual ao tema

    Exemplo

    Cant-(radical) + - a - (v. temát.) = canta - (tema)

    am-(radical) + - a - (v. temát) = ama-(tema)

    Vend-(radical) + - e - (v. temát.) = vende (tema)

    Part-(radical) +-i - (v. temát.) = parti-(tema)

    Você percebe, facilmente, que esses temas são verbais.

    As vogais temáticas nominais determinam os temas nominais todos com: -a, -e e -o átonos finais.

    Exemplo:

    CamA -, levE-e rostO

    Os três temas nominais estão prontos para receber a desinência de número. Vejam: CAMAS, LEVES, ROSTOS..

    Atenção:

    Desinências em moçA, gatA, alunA e meninA, as vogais átonas finais são desinências de gênero, as quais se inseriram no lugar da vogal temática "-O" dos masculinos, que apresentam desinência "zero" (Nulo).

    Cuidado: São desinências as que aparecem em:: banheirA, bochechA, a diferenciação SEMÂNTICA entre a oposição masculino/feminino não entra no mérito da questão. Diferente é o caso de camA, levE, rostO, em que existem vogais temáticas, pois os temas em "-a" não recebem a desinência de feminino "-O", assim como acontece com os temas em "-e" (tirando algumas exceções) :

    Exemplo:

    Elefante - elefanta, gigante - giganta, governante - governanta, hóspede - hóspeda, mestre - mestra, monge - monja, parente - parenta.

    Observe que, evidentemente, nesses casos, as vogais átonas finais do feminino são desinências e não índices temáticos.

    Os substantivos terminados em "-OR", como cantor, autor, diretor, senhor, que são de tema "-e" têm desinência "zero" de gênero e de número.

    Terminando os nomes em consoante ou vogal tônica são ATEMÁTICOS, não têm vogal temática.

    Aqueles que terminam em -r, -z ou -l apresentam a vogal temática somente no plural.

    Exemplo: cor - corES, cruz, - cruzES, flor - florES,

    Cuidado: Sal - saIS, a vogal temática é a semivogal -i com a supressão ou síncope do - l, vejam a cadeia evolutiva: sale< sales< saes< sais.

    Nota 1: São atemáticos, alguns exemplos, por serem nomes terminados em vogal tônica.

    Exemplo:

    Angu, cipó, tupi, rapé, cajá, sagu.

    Nesses casos, radical e tema coincidem.

    Atenção:

    Lápis, núpcias, férias, pires, vírus, como não recebem nenhuma desinência para indicar o plural, jamais apresentam vogal temática, acontecerá isto com as palavras "pluralia tantum", palavras que só se usam no plural.

    Os radicais quando se aglutinam, a vogal temática do primeiro elemento geralmente se reduz a "-i-", funcionando como vogal de ligação entre ambos os radicais assim:

    BoquIaberto (boca + aberto)

    AltIplano (alto + plano)

    HortIgranjeiro (horta + granjeiro)

    FrutÍfero (fruto + fero)

    PontIagudo (ponta + agudo)

    SuavIloqüência (suave + eloqüência)

    Observem que os nomes derivados de verbo apresentam ambos os tipos de vogal temática, sendo a verbal e a nominal.

    Exemplo

    PLANEJAMENTO

    O - A - pretônico e o - o - postônico são vogais temáticas, verbal e nominal, respectivamente.

    Vejamos outros exemplos como: arrecadAdorEs, pedIntE, ouvIntE, sonegAdorEs, vendEdorES.

    Nota 2 : O gerúndio e o particípio trazem sempre ambas as vogais temáticas, já, que são formas a um só tempo verbais e nominais.

    Exemplo:

    BrincAndO, falAndO, vendEndO, partIndO, amAndO.

    São chamados formas nominais por participarem mais ativamente com nomes que como verbos.

    Haja vista o último índice temático, que é o nominal e NÃO o verbal.

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    Estrutura do Vocábulo >

    Morfema

    Dá-se o nome de MORFEMA ao elemento lingüístico que, isolado, não possui nenhum valor, servindo apenas para relacionar semantemas na oração, para definir a Categoria gramatical (gênero, número e pessoa).

    Pode ser:

    MORFEMAS DEPENDENTES: são os que aparecem no vocábulo. (afixos, desinências etc.)

    MORFEMAS INDEPENDENTES

    OU

    MORFEMAS VOCÁBULOS

    São as preposições, conjunções, e os advérbios de intensidade.

    Subtraído o semantema, todos os elementos estruturais são morfemas.

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    Radical

    É elemento redutível.

    Elemento portador de todo conteúdo nocional do vocábulo

    É constituído de RAIZ acrescida do prefixo ou do sufixo

    Afixos são: a) prefixo

    b) sufixo

    Não havendo afixo, o radical coincide com a raiz

    Atenção:

    Radical, lexema ou semantema é o elemento portador de significado, comum a um grupo de palavras da mesma família.

    Exemplos:

    Ferro, ferreiro, ferradura...

    Terra, terreiro, terreno...

    Pedra, pedrada, pedreiro...

    Observe que existe um elemento comum;

    São eles: ferr-

    terr-

    pedr-

    OBSERVAÇÃO:

    Pode ocorrer, diacronicamente, que uma palavra tenha perdido a raiz, como é o caso conhecidíssimo, badaladíssimo do verbo COMER, onde diacronicamente, "com-" é um prefixo (Cf. latim COM + EDERE)

    A diacronia, neste caso, deve ser evitada, porquanto estamos diante de uma realidade lingüística nova onde 'COM " em COMER encerra a significação do ato de comer, portanto raiz (aqui também radical)

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    Figura de Estilo

    É a linguagem usual, quotidiana que tem por finalidade primordial a comunicação.

    É a linguagem artística: não procura só a comunicação, mas também a emoção.

    A palavra produz, em nós, um estado de conhecimento: ficamos sabendo, recebemos a notícia; ou com estado de emoção: sofremos, rimos ou choramos. A primeira é a palavra comum, usual; a Segunda é a palavra artística, a palavra poética.

    Figuras de linguagem são os registros da linguagem afetiva relacionadas gramaticalmente.

    Diz-se que a linguagem é afetiva, quando as palavras são usadas com sentido figurado.

    A linguagem humana é naturalmente cheia de imagens e símbolos, de referências, de semelhanças...

    Não apenas a linguagem erudita emprega essas figuras, mas também a popular. Aquela com figuras mais gramaticais, mais cultas, mais apuradas e segundo os princípios da retórica; esta com figuras mais simples e espontâneas.

    A todo momento usamos de metáforas, analogias, metonímias, comparações, alegorias, sinédoques, catacreses...

    Quando, porém, a linguagem figurada assume aspectos novos na expressão, mais artifício, para a beleza e realce propositais, emprega modos de dizer que chamam figuras de estilo.

    Assim costumam classificar as figuras de linguagem:

    a)de palavras ou tropo = volta; na retórica: maneira de se exprimir;

    b)de sintaxe e

    c) de pensamento. Outros em: figuras pleonásticas, elípticas, de ordem inversa, de comparação e de contraste.

    As figuras de estilo devem dar mais força à expressão, mais beleza à frase, mais leveza ou gravidade ao discurso, sem esquecer a clareza do pensamento. Devem tornar a linguagem ordinária mais expressiva.

    Alguns se referem à construção da frase, à posição, à ordem das palavras (anacoluto, silepse, anáfora, sínquese...), outras ao sentido delas (metáfora, hipérbole, metonímia...), outras à idéia, ao pensamento (ironia, antítese, apóstrofe, litote...).

    Os metaplasmos são também figuras, não, porém, de estilo. Modificam a forma externa, a feição material da palavra, deixando intacto o seu sentido.

    Figuras de estilo - São todos os modos de falar e escrever que, fugindo às regras comuns da gramática, dão mais beleza, mais graça, mais força, mais gravidade à expressão.

    São muitíssimas as figuras. Donato, gramático latino, reduz a treze as principais. Curioso o cap. XXXVII "De los Tropos" da interessante obra de S. Isidoro de Sevilha, Etimologías - ed. B.A.C. - Madri - 1951. Santo Isidoro é de 570-636.

    Todas as figuras se referem ao "modus dicendi" e ao "modus scribendi". Numa palavra, ao estilo. Daí o nome geral de figuras de estilo em lugar de divisões e subdivisões retóricas, indecisas e desnecessárias.

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    Encontros Vocálicos

    Ditongo
    Tritongo
    Hiato

    DITONGO

    É o encontro de uma vogal e uma semivogal.
    Os ditongos podem ser:
    a) Crescentes e decrescentes
    b) Orais e nasais.

    O encontro de uma vogal + semivogal = ditongo decrescente
    Exemplo:
    vai, cai, réu, Deus, sei, viu, fui,

    NOTA - A vogal vem antes da semivogal. O encontro de uma semivogal + vogal = ditongo crescente.

    Exemplo:
    Água, régua, séria, cárie, história

    A semivogal vem antes da vogal

    DITONGOS CRESCENTES ORAIS, quando a vogal é oral..
    DITONGO CRESCENTES NASAIS são aqueles que têm a vogal nasal.

    DITONGOS CRESCENTES

    Orais
    /ya/-historia, pátria, área, nívea, ígnia.
    /ye/-Iemanjá, calvíce, cárie,
    /ye/ quieto, dieta-
    /yo/-iodo
    /yu/-médio, áureo, níveo,
    /wa/-égua, régua, magoa, nódoa,
    /we/-lingüeta, coelho
    /we/-goela, eqüestre
    /wi/-lingüiça
    /wo/-aquoso.
    /wo/-quota.
    /wu/-vácuo, oblíquo.

    Nasais
    /yã/- criança, ianque.
    /ye/-lêmem (Arábia).
    /yõ/-ionte.
    /wã/-quando, quantidade
    /we/-freqüente, qüinqüênio, cinqüenta.
    /wi/-arquindo

    DITONGOS DECRESCENTES

    Orais
    /ay/-caixa, pai, mais.
    /aw/-pau, pausa, náufrago.
    /ey/-lei, peito, jeito, feito, deixar.
    /éy/-reis anéis, papéis, fiéis, coronéis,
    /éw/-reu, véu, chapéu
    /ew/-leu, breu, seu, teu,
    /iw/-viu, partiu, sentiu,
    /óy/-heróis, rói, anzóis, faróis,
    /oy/-foice, coisa, boi, coitado
    /uy/-azuis, fui, intuito, influi,

    Nasais
    /ãy/-cãibra, alemães, mãe.
    /??/ tem, cem, também,
    /õy/-balões, sermões,
    /uy/-muito
    /ãw/-cantam, falam, cão, pão.

    TRITONGOS

    É o encontro, ou seja, a união de uma semivogal + vogal + semivogal numa só sílaba. A colocação da vogal é entre duas semivogais.

    TRITONGOS PODEM SER:
    Orais
    /way/-Uruguai, quais, iguais, Paraguai.
    /wey/-agüei, enxagüei, averigueis,
    /wiw/-delinqüiu
    /wow/-apaziguou, averiguou,

    Nasais
    /wey/-delínquem, enxágüem,
    /wãw/-quão, mínguam, saguão
    /wõw/-saguões

    HIATO

    É o encontro de duas vogais, estão juntas, porém, em sílabas diferentes.
    Ex.: saída, caí, saí, saúde.

    OBSERVAÇÕES - A Nomenclatura Gramatical Brasileira observa:
    "Os encontros-ia,-ie,-io,-ua,-ue,-uo, finais, átonos, seguidos, ou não, de "s", classificam-se quer como (1) ditongo, quer como hiatos, uma vez que ambas as emissões existem no domínio da Língua Portuguesa: his-to-ri-a e his-tó-ria, sé-ri-e, e sé-rie; pá-ti-o e pá-tio; ár-du-a e ar-dua; tê-nu-e ; e tê-nue; vá-**-o e vá-cuo.(2)

    (1) A N.G.B. esqueceu-na lista-de :-ea,-eo: áurea, núcleo;-ao: mágoa, nódoa.
    (2) ver Nota - sobre o assunto-PAROXÍTONAS

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    Fonética >

    Classificação das Consoantes

    Classificação das Consoantes

    São fonemas imperfeitos. Produzidos com obstáculos à passagem da corrente expiratória. As vogais são produzidas livremente e as consoantes encontram sempre obstáculos à passagem do ar.

    "Tipo de fonema em que a corrente de ar, emitida para a sua produção teve que forçar passagem na boca, onde determinado movimento articulatório lhe criou um embaraço."
    (Câmara Jr., Dicionário de Filologia, 89)

    As consoantes segundo a N.B.G., se classificam:
    Quanto ao modo de articulação:
    Oclusivas
    Constritivas
    Fricativas
    Laterais
    vibrantes

    Quanto ao ponto de articulação:
    1- Bilabiais
    2- Labiodentais
    3- Linguodentais
    4- Alveolares
    5- Palatais
    6- Velares

    Quanto ao papel das cordas vocais:
    Surdas
    Sonora

    Quanto ao papel das cavidades bucal e nasal:
    Orais
    Nasais

    QUANTO AO MODO DE ARTICULAÇÃO:
    A corrente expiratória encontra um obstáculo na boca, sendo o obstáculo total, temos então as consoantes oclusivas e se o bloqueio for parcial então temos as consoantes constritivas.

    São consoantes CONSTRITIVAS:
    /f/, /v/, /s/, /z/, /š/, ( = chê), / /, ( = gê), / /, ( = lhê),
    /r/, / / ( = rr)

    São consoantes OCLUSIVAS:
    /p/, /b/, /m/, /t/, /d/, /n/, /k/, /g/, / / ( = nhê)

    CONCLUSIVAS
    Quando exigem um prévio fechamento total da corrente de ar

    CONSTRITIVAS
    Houve um abrandamento, ou seja, o fechamento não é total.

    Por convenção o som de:
    rr = / /, lhê = / /
    nhê / /, chê-/š/
    gê = / /

    FRICATIVAS - O ar é expelido mediante fricção ao passar pelos órgãos que se lhe opõem.

    LATERAIS-quando a passagem da corrente expiatória se dá pelos dois lados da cavidade bucal, ou seja, entre a língua e as bochechas.

    VIBRANTES-quando ocorre a vibração na ponta da língua sendo /r/ simples ou / / múltiplo ou dobrado.

    QUANTO AO PONTO DE ARTICULAÇÃO
    BILABIAIS
    Formadas pelo encontro dos lábios.(lábio contra lábio):
    /p/, /b/, /m/..

    LINGUODENTAIS
    Formadas pelo encontro da ponta da língua contra os incisivos superiores:
    /t/, /d/, /n/

    LABIODENTAIS
    Formadas pelo encontro do lábio inferior com os dentes superiores:
    /f/, /v/

    ALVEOLARES
    Formadas pelo encontro da ponta da língua:
    /s/, /z/, /l/, /r/.

    PALATAIS
    Formadas pelos encontro do dorso da língua contra o céu da boca:
    /š/ ( = chê), / / ( = gê), / / ( = lhê) e / / (nhê).

    VELARES
    (guturais)-formadas do encontro pela parte posterior da língua (raiz) contra o palato duro (céu da boca) /k/ ( = quê) e /g/ ( = guê) e / / ( = rr)

    QUANTO AO PAPEL DAS CORDAS VOCAIS, AS CONSOANTES PODEM SER:
    Surdas
    Sonoras

    São Surdas
    Quando as cordas vocais não vibram /p/, /t/, /k/, /f/, /s/, /š/( = chê).

    São Sonoras
    Quando as cordas vocais vibram/b/, /d/, /g/, /v/, /z/, / / ( = gê)
    /m/, /n/, / /( = nhê), /l/, / /( = lhê), /r/, / / ( = rr)

    São consoantes HOMORGÂNICAS ( = Homo+Orgânico).
    Diz-se dos fonemas cuja pronúncia depende do(s) órgão(s)
    São elas:


    Surdas Sonoras

    /p/

    /t/

    /k/

    /f/

    /s/

    /š/ (chê)


    /b/

    /d/

    /g/

    /v/

    /z/

    // (gê)

    As palatais por convenção, a transcrição fonética é:
    /š/ (chê), / / (gê), / / (lhê), / / (nhê)
    Exemplo:
    /fala / mudando o fonema surdo pela sua homorgânica sonora temos /vala/ ; mudou o "f" pelo "v".

    QUANTO AO PAPEL DAS CAVIDADES BUCAL E NASAL, AS CONSOANTES PODEM SER:
    Orais
    Nasais

    Orais
    Quando o ar é expelido pela boca.

    Nasais
    Quando parte do ar passa pelo nariz /m/ /n/ / / ( = nhê), as outras são orais.

    Papel das cavidades bucal e nasal


    Orais


    Nasais

    Modo de Articulação


    Oclusivas


    Constritivas


    .

    .


    .


    Fricativas


    Laterais


    Vibrantes


    .

    .


    .


    .


    .


    Simples


    Múltiplas


    .

    Papel das cordas vocais


    Surdas


    Sonoras


    Surdas


    Sonoras


    Sonoras


    Sonoras


    Sonoras


    Sonoras
    Surda Sonoras Sonoras Sonoras Sonoras Sonoras Sonoras Sonora

    Ponto de articulação


    Bilabiais


    /p/


    /b/


    .


    .


    .


    .


    .


    /m/

    .


    Labiodentais


    .


    .


    /f/


    /v/


    .


    .


    .


    .

    .


    Linguodentais


    /t/


    /d/


    .


    .


    .


    .


    .


    /n/

    .


    Alveolares


    .


    .


    /s/


    /z/


    /l/


    /r/


    .


    .

    .


    Palatais


    .


    .


    /š/ (ch)


    / / (gê)


    // (lhê)


    .


    .


    // (= nhê)

    .


    Velares


    /k/


    /g/


    .


    .


    .


    .


    // (RR)


    .



    MODO DE ARTICULAÇÃO DAS LETRAS
    P-B-M


    O "P" é uma letra surda (sem vibração das cordas vocais), oclusivas, bilabial, em que o lábio inferior e o superior se tocam em toda sua extensão.
    A pronúncia do "P" realiza-se por uma pressão aérea contra os lábios fechados.
    Parece que o ar explode na ponta dos lábios.
    O "B" é a letra correspondente sonora efetuando com menos explosão aérea, sendo assim a pronúncia mais suave.
    O "M" é a letra sonora (soando pelas vibrações das cordas vocais), nasal, bilabial, onde o lábio inferior e o superior tocam-se em toda sua extensão), sem pressão ; a língua está deitada com a ponta atrás dos dentes inferiores, a úvula (campainha) abaixa-se deixando passar o ar pela cavidade nasal.

    T-D-N


    O "T" é uma letra surda (sem vibração das cordas vocais), oclusivas linguodental.
    A ponta da língua toca nos dentes superiores e na parte anterior do palato, de modo que nitidamente sentimos uma oclusão . O ar assim trancado "explode" com o súbito abaixamento do maxilar inferior e da língua.
    O "D" é a letra correspondente sonora, efetuado com menos explosão aérea sendo assim a pronúncia mais suave.
    O "N" é um fonema sonora(com vibrações das cordas vocais), nasal linguodental, onde a ponta da língua bate nos dentes superiores, levemente aberta úvula pendurada que deixa passar o ar pelo nariz com uma formação do "M".

    C-Q-G


    O "Q" é uma letra surda (sem vibração das cordas vocais), oclusivas, velar, onde o dorso da língua se apóia contra a parte posterior do palato, fechando, assim a passagem do ar. A pronúncia do "Q" realiza-se por uma pressão aérea contra o dorso da língua, que cai subitamente, junto com o maxilar inferior.
    Pronúncia igual ao "Q" tem o "C" antes de "A", "O", "U". E a letra correspondente sonora é o "G" antes de "A", "O", "U", sendo assim a pronúncia mais suave.

    F-V




    O "F" é uma letra surda (formada sem som ou vibração da corda vocal), fricativa, labiodental por estar em contato o lábio inferior e dentes incisivos superiores, passando o ar expirado, por uma fenda assim formada. A Letra "V" é a correspondente sonora formada da mesma maneira com vibração das cordas vocais.

    S-C-Z




    O "S" é uma letra surda (sem som ou vibração das cordas vocais), fricativas. Deita-se a língua atrás dos dentes inferiores, plana sem apoio. Ouvimos o som sussurrado do "S" pela resistência nos dentes incisivos, onde se forma uma pequena fenda ressonante.
    Formação igual ao "S" tem o "C" antes das vogais Ë" e "I" e o "C", ainda com pronúncia surda.
    A letra correspondente sonora é o "Z", que formamos da mesma maneira com vibração nas cordas vocais.

    CH-G-J


    O "CH" é um dígrafo (composto de duas consoantes) surdo (sem vibração das cordas vocais), fricativo, palatal. Em comparação com o "S", a ponta da língua levanta-se, não tocando os dentes superiores, mas deixando um pequeno espaço (posição recuada). As bordas da língua tocam nos molares superiores e o dorso levemente levantado da língua não toca no palato, formando-se assim um som sussurrado mais macio. Pronunciam "S" "CH", alternadamente, observando a posição diferente da língua.
    Letras correspondentes sonoras, efetuadas com vibração das cordas vocais, são o "G" antes de "E" e "I" e o "J".

    U
    A vogal "U" pertence ao grupo fechado, por ser menos aberta a boca durante a sua pronúncia. Também chama-se posterior, por existir um recuo da língua contra o palato mole (véu do paladar) . Os lábios estão arredondados (embora muita gente pronuncie o ""U "" com os lábios estendidos, prova de que não articulam bem) a ponta da língua atrás dos dentes inferiores.

    I
    A vogal "I" pertence, igualmente, ao grupo fechado; os lábios formam um leve sorriso, a língua abaúla-se contra o palato, enquanto sua ponta fica atrás dos dentes inferiores. Por causa desta posição (a língua contra o palato), o "I" chama-se vogal anterior.

    Ê




    Pronunciando em seguida as seguintes vogais: "I"-fechada, "E"-reduzida e "É"-aberta, notamos que o dorso da língua, levantado contra o palato na posição do "I", afasta-se um pouco pela maior abertura da boca, com a pronúncia do "Ê" e "É". A ponta da língua deve ficar atrás dos dentes inferiores, se quisermos obter uma boa ressonância. "Ê e "É", estas vogais pertencem ao grupo das anteriores em virtude da formatação do som atrás dos dentes.

    O


    Partindo-se da pronúncia do "U" fechado, passando para o "Ó" reduzido e depois para o "Ó" aberto, notamos, em primeiro lugar que os lábios arredondados abrem-se aos poucos pelo movimento do maxilar inferior para baixo; em segundo lugar sentimos que a língua recuada contra o véu do paladar no "U", relaxa-se levemente. A ponta da língua sempre (com todas as vogais) deve ficar atrás dos dentes inferiores. A vogal "O" pertence ao grupo das posteriores.

    A


    A vogal "A" pertence ao grupo das vogais abertas e apresenta, entre elas, a maior abertura da boca. Com o lábio superior e as comissuras estendidas, formam-se, às margens dos lábios, largas- ovais. O véu do paladar fica levantado, a língua plana, de modo que esta vogal ressoa plenamente na cavidade bucal. Em virtude disso chama-se vogal média.

    R


    No "R" distinguimos várias pronúncias, que são representadas nas seguintes palavras: cara, cores, paros, purulento, ("R" alveolar vibrante simples) ou carro, corre, carne, fazer, régua, riso, resto, rua ("R"-alveolar vibrante dupla ou múltiplo). Podendo ser classificado também como "velar" vibrante múltiplo.

    L
    A consoante "L" é um fonema sonoro(com vibração das cordas vocais), linguodental. A ponta da língua levantada apóia- se energicamente contra os dentes superiores. Quando se segue uma vogal, a língua volta para sua posição normal; quando segue uma consoante, ela passa leve e livremente. L = U não nos parece correta.

    TRANSCRIÇÃO FONÉTICA
    LETRAS FONEMAS EXEMPLOS

    b


    /b/


    boca-/bôka/

    c

    s

    ss

    ç

    sc



    s

    xc


    /s/ (=sê)


    cinco-/siku/

    saco-/sáku/

    passo-/pásu/

    paço-/pásu/

    crescer-/krêsêr/

    desça-/dêsa/

    sintaxe-/sitási/

    exceção-/êsêsãw/

    g

    j


    // (=gê)


    gesso-/ b êsu/

    haja-/a a/

    g

    gu


    /g/ (=guê)


    gato-/gatú/ guerra-/gérã/

    c

    qu


    /k/ (-quê)


    cobra-/kóbra/ queda-/kéda/

    x

    ch


    /š/


    xícara-/šíkara/ chave-/šávi/

    l

    lh


    /l/

    // (=lhê)


    lata-/láta/

    ilha- /i a/

    m

    n


    /m/

    /n/


    mata-/máta/

    Nota - /nóta/

    nh


    // (=nhê)


    unha - /ûa

    p


    /p/


    pote-/póti/

    r


    /r/


    aro-/aru/

    r

    rr


    //


    rato-/ atu/

    carro-/ká u/

    t

    v


    /t/

    /v/


    tato-/tátu/ vaca-/váka/
    z /z/

    zero-/zéru/

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    Classificação das Vogais

    São os fonemas puros, sons musicais, produzidos sem obstáculos à passagem da corrente expiratória. São fonemas que saem livremente pela boca. Classificam-se as vogais:
    Quanto à zona de articulação em:
    Anteriores;
    Média;
    Posteriores.

    Quanto ao timbre em:
    Abertas;
    Fechadas;
    Reduzidas.

    Quanto à intensidade em:
    Átonas;
    Tônicas.

    Quanto ao papel das cavidades bucal e nasal em:
    Orais;
    Nasais.

    Denomina-se vogal média a vogal /a/, articulada com a língua quase que em repouso.

    Constitui as vogais anteriores a séria /é/-/ê/ e /i/ cuja ponta da língua se eleva, avançando em relação ao palato duro, o que determina uma diminuição da abertura bucal e eu aumento da faringe.
    Constitui as vogais posteriores a série /ó/-/ô/ e /u/ cujo dorso da língua se eleva, recuando em direção ao palato mole, o que provoca a diminuição da abertura da boca e um arredondamento progressivo dos lábios.

    Quanto ao timbre em:
    Abertas;
    Fechadas;
    Reduzidas.

    O timbre é o traço distintivo das vogais. O timbre aberto: a língua se acha baixa:
    /a/ tônico /é/, /ó/.

    O timbre fechado: a língua se eleva:
    /ê/, /ô/, /i/, /u/.

    A vogal reduzida-a língua está entre a aberta e a fechada. Podemos verificar a distinção entre abertas e fechadas só se dá nas vogais tônicas e subtônicas, nas átonas, desaparece a diferença entre: /é/-/ê/ e entre /ó/ e /ô/, e o /a/ reduzido é pronunciado com menos nitidez como se pode ver no seguinte exemplo:

    FALA
    As vogais tônicas orais são sete:
    /a/, /é/, /i/, /ó/, /ô/ e /u/

    As vogais átonas orais são cinco:
    /a/, /e/, /i/, /o/ e /u/

    Quanto à intensidade em:
    Átonas;
    Tônicas.

    A vogal tônica é aquela em que recai o acento tônico da palavra, maior elevação da voz.
    A vogal átona é aquela que não recebe acento tônico.

    A vogal átona pode ser:
    Pretônica
    Postônica

    Pretônica :a vogal se encontra antes da sílaba tônica
    Postônica :a vogal se encontra depois da sílaba tônica.

    Exemplo:
    súbito Þ subtamente
    -men Þ tônica
    -sub Þ subtônica

    só Þ sozinho
    -so Þ subtônica
    -zi Þ tônica

    amar-te-ei
    -ei Þ tônica
    -mar Þ subtônica

    Quanto ao papel das cavidades bucal e nasal, as vogais podem ser:
    Orais
    Nasais

    Vogal oral : o som ressoa todo na boca

    Vogal Nasal : é aquela cuja emissão, parte do ar é desviado para as fossas nasais, ou seja, as vogais ressoam nas fossas nasais.

    Há cinco vogais nasais:
    /ã/, //, /i/, /õ/ e /u/.

    Exemplo:
    fã, canto, lamparina, lento, lentidão, límpido, vizinhança, bonde, condoreiro, tunda, pronunciamos.

    Nota - Quanto ao timbre, as nasais tônicas e subtônicas são fechadas e as átonas, reduzidas. Não se esqueça de que todas as vogais átonas postônicas são reduzidas quanto ao timbre. Todas as vogais nasaladas quanto ao timbre são fechadas.

    Exemplo:
    Doente
    Jaca
    Peito

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    mercenário
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    Dígrafo

    Conjunto de duas letras empregadas para designar um só fonema;
    Exemplo:
    Passo, carro, palha, mancha, minha, guerra, queijo, exceção, cerca.

    OS DÍGRAFOS SÃO: Ss, rr, lh, nh, gu, sc, sç, xc

    Nota - Existe encontro consonantal representado por uma só letra, mais com dois fonemas consonantais.
    Exemplo:
    Sexo, /séksu/ fixu, /fíksu/, nexo, /néksu/, tórax, /tóraks/

    OBSERVAÇÃO:
    O "m" e o "n" podem formar dígrafos com as vogais, sendo assim os chamados DÍGRAFOS VOCÁLICOS
    Am-an : tampa-tanto
    Em-en: lempê-tento
    Im-In : timbre-findo
    Om-on tombo tonta
    Um-un: rumba-fundo
    A letra que desaparece na transcrição fonética de um dígrafo chama-se letra diacrítica. São elas; h-u-r-s-c-ç-m-n.

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    Fonética >

    Encontros Vocálicos

    Ditongo
    Tritongo
    Hiato

    DITONGO

    É o encontro de uma vogal e uma semivogal.
    Os ditongos podem ser:
    a) Crescentes e decrescentes
    b) Orais e nasais.

    O encontro de uma vogal + semivogal = ditongo decrescente
    Exemplo:
    vai, cai, réu, Deus, sei, viu, fui,

    NOTA - A vogal vem antes da semivogal. O encontro de uma semivogal + vogal = ditongo crescente.

    Exemplo:
    Água, régua, séria, cárie, história

    A semivogal vem antes da vogal

    DITONGOS CRESCENTES ORAIS, quando a vogal é oral..
    DITONGO CRESCENTES NASAIS são aqueles que têm a vogal nasal.

    DITONGOS CRESCENTES

    Orais
    /ya/-historia, pátria, área, nívea, ígnia.
    /ye/-Iemanjá, calvíce, cárie,
    /ye/ quieto, dieta-
    /yo/-iodo
    /yu/-médio, áureo, níveo,
    /wa/-égua, régua, magoa, nódoa,
    /we/-lingüeta, coelho
    /we/-goela, eqüestre
    /wi/-lingüiça
    /wo/-aquoso.
    /wo/-quota.
    /wu/-vácuo, oblíquo.

    Nasais
    /yã/- criança, ianque.
    /ye/-lêmem (Arábia).
    /yõ/-ionte.
    /wã/-quando, quantidade
    /we/-freqüente, qüinqüênio, cinqüenta.
    /wi/-arquindo

    DITONGOS DECRESCENTES

    Orais
    /ay/-caixa, pai, mais.
    /aw/-pau, pausa, náufrago.
    /ey/-lei, peito, jeito, feito, deixar.
    /éy/-reis anéis, papéis, fiéis, coronéis,
    /éw/-reu, véu, chapéu
    /ew/-leu, breu, seu, teu,
    /iw/-viu, partiu, sentiu,
    /óy/-heróis, rói, anzóis, faróis,
    /oy/-foice, coisa, boi, coitado
    /uy/-azuis, fui, intuito, influi,

    Nasais
    /ãy/-cãibra, alemães, mãe.
    /??/ tem, cem, também,
    /õy/-balões, sermões,
    /uy/-muito
    /ãw/-cantam, falam, cão, pão.

    TRITONGOS

    É o encontro, ou seja, a união de uma semivogal + vogal + semivogal numa só sílaba. A colocação da vogal é entre duas semivogais.

    TRITONGOS PODEM SER:
    Orais
    /way/-Uruguai, quais, iguais, Paraguai.
    /wey/-agüei, enxagüei, averigueis,
    /wiw/-delinqüiu
    /wow/-apaziguou, averiguou,

    Nasais
    /wey/-delínquem, enxágüem,
    /wãw/-quão, mínguam, saguão
    /wõw/-saguões

    HIATO

    É o encontro de duas vogais, estão juntas, porém, em sílabas diferentes.
    Ex.: saída, caí, saí, saúde.

    OBSERVAÇÕES - A Nomenclatura Gramatical Brasileira observa:
    "Os encontros-ia,-ie,-io,-ua,-ue,-uo, finais, átonos, seguidos, ou não, de "s", classificam-se quer como (1) ditongo, quer como hiatos, uma vez que ambas as emissões existem no domínio da Língua Portuguesa: his-to-ri-a e his-tó-ria, sé-ri-e, e sé-rie; pá-ti-o e pá-tio; ár-du-a e ar-dua; tê-nu-e ; e tê-nue; vá-**-o e vá-cuo.(2)

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